30 de out de 2009

Antonio Gades

27 de out de 2009

Real Women Have Curves

Mulheres de verdade têm curvas é um filme americano de 2002 que conta a história de Ana (America Ferrera - do seriado Ugly Betty), uma mexicana de 17 anos que vive num subúrbio americano, cercada de tradições e cobranças de uma mãe autoritária e excessivamente crítica (Ana está fora dos padrões, no que se refere ao seu corpo).

O filme é muito bonito e Ana, uma mulher encantadora. Vocês têm que assitir pra descobrir porque ; )

Infelizmente, sem legendas em português (os diálogos são em inglês e espanhol). Mas creio que mesmo assim, quem não fala estas línguas, pode entender a história.

São nove capítulos, é só ir seguindo no Youtube. Aí vai o link pro primeiro.

Depois me contem o que acharam.




18 de out de 2009

Muito Obrigado Axé

Não me canso de ouvir essa música...ela me emociona muito...

Amo Bethania, amo Iveth, amo Gil



9 de out de 2009

Revistas Femininas

Era pra ser meu post de quarta, mas por falta de tempo (dei um pulinho relâmpago em Munique para rever uma amiga coreana, que não via há três anos. Conto no próximo post.), ficou pra hoje.

A grande notícia do mercado de revistas femininas alemãs que rolou na quarta passada foi a decisão da Brigitte de não contratar mais modelos profissionais e sim, fazer seus editoriais de moda, beleza etc com leitoras. A produção já está em andamento e o primeiro número com o novo formato sai 2 de Janeiro.  Não, não é edição especial, é o novo formato da revista mesmo, sem prazo de vencimento.

A idéia é, lógico, aumentar o número de leitoras. Segundo vi em uma das entrevistas na tv, o mercado de revistas femininas vem sofrendo uma baixa (não sei se isso é realidade só alemã) pela não identificação das leitoras com o que é mostrado nas revistas, leia-se padrões de beleza (magreza). (Em outros países, matérias com modelos que não eram magras ou mesmo com famosas sem make-up, tiveram um impacto muito positivo entre as leitoras.)

Quer saber? Achei ótimo.  Por dois motivos. Primeiro, se isso da redução do número de leitoras for verdade mesmo, é um bom sinal de que as mulheres estão reagindo e não estão mais dispostas a empurrar guela abaixo certos padrões de beleza. Segundo, as revistas se tornarão mais democráticas, com a 'cara' de todo mundo.

E sabe uma coisa que também me incomoda nas revistas femininas? O fato dos editoriais só mostrarem coisas caríssimas,  pelas quais nós, mortais, não podemos pagar. Duvi-de-o-dó que a maioria das leitoras possa comprar bolsas de 1.500 euros, sapatos de 800. A única revista que vi até agora usando também acessórios e roupas mais acessíveis foi a Elle espanhola. Comprei a Elle alemã desse mês e nela veio um guia de compras, de coisas nas quais valia a pena investir seu dinheiro (segundo eles). Joguei o tal guia imediatamente fora. Surreal. (A revista está ali no cantinho esperando para passar por uma faxina. Incrível, entre a capa e o sumário, são 20 folhas seguidas de propaganda.) Revistas como Glamour ou Cosmopolitan também não ficam atrás.

Esta semana estava justamente falando sobre isso com uma amiga, e qual não foi minha surpresa ao ler essa matéria da Marie Claire brasileira.

Novos tempos? Espero que sim.

Atualizando (Matéria da Marie Claire espanhola): El peso de las modelos vuelve a ser motivo de debate